abril 02, 2008TamborAs paredes.
Irina Santos Comentários
Quantas vezes não andamos em busca de nós mesmos, quando estamos ausentes? É como saíssemos fora do nosso corpo e voássemos até a um Universo, fora deste poeirento lugarejo onde vivemos imersos, numa interminável correria. Um abrigo soalheiro e solitário, onde temos o previlégio de sermos nós próprios, e no qual descobrimos que não há espaço para a frustação quando as coisas nas quais investimos não bateram certo, não por nossa culpa, mas pela adversidade das circunstâncias e pelo facto, de as pessoas com as quais nos mantivemos, haverem interpretado errôneamente as nossas boas intenções. Ás vezes a solidão, é um bem, uma óptima ouvinte e uma perspicaz conselheira. A personificação de alguêm que nos dá realmente valor tal como somos, porque nunca se ausenta de nós. Fairy, muitas felicidades para ti. Afixado por: HumbertotheWizard em abril 6, 2008 08:04 PMMuito interessante seu blog =) Sim, o silencio pode ser avassalador se a pessoa fonte, souber aplicar de maneira adequada... trás a paz, mas também a guerra. não so fisica, mas também - principalmente - mental. Afixado por: Ravnos_Blacklotus em abril 9, 2008 12:19 AMQuerida Sílvia Desejo a todos os que tiveram a paciência de me ler ao longo de mais de três anos, um eterno momento de felicidade nas vossas vidas terrenas e que, cedo, entendam no vosso coração o porquê da dádiva que foi experienciarem a Vida desta forma... "Ainda ali permanece o teu corpo, lucia* |