março 15, 2006A.L.I.C.E.Desculpem não ter escrito mais sobre o Abismo, mas este precisa de tempo para surgir em mim, e tempo é algo que não tenho neste momento. Não está esquecido. Está apenas à espera que eu possa deixá-lo fluir. O nome dela era Alice. Alice não acorda. Comentários
Corrompem-lhe o seio e a alma. Beijinhos * Afixado por: Cakau em março 15, 2006 12:32 PMA Alice vive para lá do espelho... o que é belo... mas só há mundo do lado de cá... Lenhadores há muitos.. seios também.. somos animais frágeis. Afixado por: OffLimitZ em março 15, 2006 09:10 PMque regalo. dá-me mais. alterei o metabolismo. e não doeu. Afixado por: Miguel em março 15, 2006 09:39 PMÈ a primeir vez que venho visitar o seu blogger e confesso que fiquei pelo beichinho de voltar novamente... bjokitas Afixado por: Memorex em março 16, 2006 12:49 PMNum instante alice encontra-se na expressão do seu próprio pensamento na forma do gesto do seu sorriso triste... beijo Afixado por: contadordehistorias em março 16, 2006 01:57 PMHá em nós um pouco (ou 'um muito') de Alice. Gosto. Vou voltar. Não sei bem porquê. Mas vou voltar. Afixado por: Mary em março 18, 2006 11:53 AMObservação: O mundo é negro. Afixado por: Necare em março 18, 2006 07:05 PMÉs de Montemor? Ai! Qures ver que te conheço? Afixado por: Mary Wants a litle lamb em março 18, 2006 09:19 PMA estória da Alice é uma de entre outras. Que infelizmente sabemos existirem. Por aí. Por muitos lados, por muitos lares… Alice é uma presa frágil, assustadoramente frágil, impotente. Descobre o lado sombrio da vida naquele seu tempo menino. O predador fá-la sentir-se pequena, sem valor. O seu grito é surdo, vai de fora para dentro, sufoca-a, desespera-a. Alice ensurdece as lágrimas numa raiva interior que a despedaça a cada sensação do toque do predador. Espera que amanheça. Que acorde do pesadelo. Que as trevas se abatam sobre o bafo que a enoja. Alice acordará! Um dia, uma manhã que tenha sol. Um dia, o céu abrir-se-à e Alice vai descobrir que o azul existe, que o ar é brisa suave, que o rio corre docemente e, na floresta verde, em festa, NÃO HÁ MAIS UM LENHADOR... Que uma luz lilás e violeta a ilumine.Está brilhante o teu texto.bjo Afixado por: hirondelle em março 19, 2006 10:06 PMNo pais das maravilhas o lenhador era só mais um pouco de lenha cortada pelo estranho coelho. A Alice andava pé ante pé. Podia ser a Alice ou a outra Alice ou outra qualquer. O sorriso amarelo estava na cara dum gato invisível ou na de Humpty Dumpty, devido aos seus precários equilibrios. Todas as flores gritavam por Alice. O sonho de uma momento para o outro podia ser um pesadelo, o gato tornava-se grande demais e deixava de sorrir, a rainha de copas parecia agora tomar o partido do lenhador e exigir o desagradável toque nos seios. Alice desta vez tinha mesmo que gritar-"Grita Alice"- disse o André Querida Sílvia o silencio é que nos corrompe... grite e fale. sempre. te beijo Afixado por: Nefertari em março 23, 2006 10:19 PMO silêncio de Alice asfixia, mas as tuas palavras, de tão íntimas, tornam-se punhais, flechas a abrir os olhos de quem te lê. Fiquei aqui...aparvalhada ...a ler e reler o teu texto... |