novembro 21, 2005ConclusõesHoje conclui que: Eu não controlo a poesia. Ela controla-me. Terrivelmente, Entendo por fim que esta forma de poetisar vai de encontro: Resumindo:
Comentários
Não agradeças.. a poesia não morreu para mim. Estou apenas um pouco zangada com ela:) Abraço terno e apertado. Rose* Afixado por: Rose em novembro 21, 2005 05:47 PMCom mil demônios! então, é de posia que preciso, para conhecer a mim mesmo, para saber o que é o amor e para deixar fluir vida em minhas veias. Abraço Afixado por: Jorge em novembro 21, 2005 08:36 PMobrigada pelo comentario. depois volto para ler c mais atenção*
Querida Sílvia Foi com algum pesar que constatei que a nossa madrinha foi substituída. Julgava eu ser ela a nossa musa inspiradora. Está na altura de aprofundares o teu conhecimento sobre os outros sem dúvida. Aguardo futuras pérolas. E mais não digo. Beijo ;) Afixado por: a_tua_madrinha em novembro 21, 2005 11:58 PM A poesia para mim?!? Beijinhos Afixado por: André em novembro 22, 2005 06:27 PMOlha fada incandescente, é mais ou menos um "subscrevo se me permites".A poesia faz parte de mim, ajuda-me,deixa-me feliz,irrita-me,provoca-me.É uma forma de estar e comunicar,conosco e com os outros,faz parte da corrente sanguínea e é simultaneamente uma realidade paralela...mas eu tento pô-la na ordem, não deixae que ela me controle! Mas é uma batalha quase sempre perdida com secreto prazer ;o).beijos grandes Afixado por: hirondelle em novembro 22, 2005 10:41 PMem conclusão:és poetisa, porque um poema leva sempre parte da alma do poeta, um poema vive porque o poeta lhe deu vida...e tu dás a vida aos teus poemas...são absolutamente lindos... nunca pares de escrever...jinhuz Afixado por: soldeinverno em novembro 24, 2005 10:31 PMOlá Fairy, tanta saudade! Quando te leio, faço-o devagar, devagarrrrrr, como quem degusta do melhor vinho. Aqui leio pedaços de alma, sentimentos. A tua palavra é tecida com o coração, livres das amarras impeditivas que o excesso de raciolalidade provoca. És uma poetisa e como tal mereces aplausos, beijos e admiração. Estarás sempre ao meu lado, embora ausente daqui, pelo pouco tempo que tenho. O meu carinho por ti é imenso e deixei um pedacinho dele no meu cantinho para ti, junto aos meus amigos. Obrigado por teres estado no meu canto. Vejo que tens um blog simpático e atraente. Uma das melhores coisas que já li...parabens e continua!!! Beijo, Cacau Afixado por: Cacau em novembro 26, 2005 12:44 AMBasta tão só que a poesia flua para que tenha valor. Venha por bem ou assim a cheirar a tiro de pressão. Afixado por: OffLimitZ em novembro 26, 2005 01:27 AMPoesia não se explica... No entanto sei que ela me encontra em noites desesperadas, me dilacera em ódios, me arranca gritos, me viola...até que me deixa mais calma para que possa continuar. A minha liberdade sem explicações, espelhos do que sou...uma imensidão que comunga comigo, então, eu não me importo de perder a virgindade. Entrego-me para que ela me possua, sem medos, em plena confiança no desconhecido. Um beijo Afixado por: Princesa* em novembro 26, 2005 03:54 PMcomo me tocas na alma cada vez que te leio saudades de ti menina linda um beijo meu de uma onda verde lena Afixado por: lena em novembro 26, 2005 08:48 PMainda bem que a poesia vive em ti.. Mais um passo para a definição...Beijo Afixado por: Monalisa em novembro 27, 2005 08:35 PMos dilemas...sempre a incerteza das coisas...fantástico como sempre. :) Afixado por: lacshimi em novembro 27, 2005 09:00 PMàs vezes é difícil saber quem é quem
Devias de vez em quando mandar também a poesia pró caralho, tal qual mandas uma pessoa, mesmo que a ames muito, quando ela passa das marcas. Não há mal nenhum nisso, sabias? Pelo que vejo, acho que já o devias ter feito há mais tempo. Isso está emperrado, Sílvia, não? Bom, diga-se de passagem e em abono da verdade, que eu também já não te lia há algum tempo. É, talvez seja isso, talvez seja eu que esteja emperrado e não tu... Esta maldita mania de relegarmos nos outros as nossas próprias insuficiências tem muito que se lhe diga, mas pronto. Pára durante uns tempos de escrever, porra! Olha, faz como eu, vive, observa, analisa o mundo à tua volta antes de sentares o cu à frente do computador, rapariga. Beijo. Afixado por: jozef vengoz em novembro 29, 2005 12:58 AMBelas conclusoes. Eu neste dia que se recorda a morte de Fernando Pessoa só digo que ainda bem que há poesia. Afixado por: Ofeliazinha em novembro 30, 2005 02:55 PMAdorei tua poesia. Entendo bem o que dizes! Vou continuar atento no teu bom trabalho. Afixado por: Engº Teixeira em dezembro 1, 2005 12:58 AMCaros amigos, Apareçam NA ESCURIDÃO DA NOITE, e deixem as vossas mensagens de SOLIDARIEDADE. Todos juntos em prol do mesmo rumo... Pedro Nobre ;) Afixado por: Pedro Nobre em dezembro 1, 2005 01:04 PMVolto aqui para te convidar a uma visita pra ver a Aquarela, um presente que veio do Brasil, e que postei hoje. Afixado por: Amaral em dezembro 2, 2005 09:09 PMA poesia: ... Nunca deixes de tirar conclusões fantásticas... bons pensamentos... Há cerca de dois anos foi a febre. A bolgosfera era uma realidade imparável. Quem não tinha um blogue não existia. Era um facto. Todos nós tínhamos um, dois, uma mão cheia de blogues. Poesia, fotografia, política, erotismo, arte, opinião, música, fait divers, cinema, diários, reflexões, sexo, opiniões… toda a gente tinha tanto para dizer. Os blogues portugueses eram já alguns milhares e nós, obviamente, existíamos. Fazíamos blogues, como quem experimenta um prato novo para o jantar. Um por semana, era a média. Alguns queimaram-se, alguns não tinham sal, alguns mantiveram-se na blogosfera como pequenos petiscos que se saboreiam em noites e dias estrelados. Um deles, foi este. O Blogue de Cartas. A ideia surgiu numa noite de partilha e desafio. E porque não? Aberto a quem quiser participar. A Floreca disse Todos nós temos cartas que nunca escrevemos, Eu (na altura eramos mais de mim e de nós) achei que podíamos publicá-las. Regras deste blogue? Nunca as fizemos. Foram surgindo. O Blogue foi um sucesso. Divertimo-nos, rimos, escrevemos, exorcizámos fantasmas, apaixonámo-nos uns pelos outros, fizemos amigos. As pessoas foram aparecendo e ficando ou aparecendo e voando para outras paragens. Sem obrigação de ficar ou de partir. Apenas pelo prazer de escrever cartas, ou telegramas, ou bilhetes, ou mensagens ou.. ou… Há sempre um destinatário dentro das nossas cartas. Há sempre um homem ou uma mulher dentro das nossas palavras escritas.
A poesia tem esse poder, ela possui-nos, ela faz-nos sentir o que na verdade somos e faz-nos libertar tudo aquilo que queremos esconder... |