setembro 13, 2005Poesia vã (ou um nada branco a atravessar-te a retina)Estou vazia. Vazia. Sem expressão. Um nada Um nada Um nada Poesia vã Comentários
nada. Afixado por: Rita em setembro 13, 2005 04:05 PMhá muito que aqui não deixavas "nada"...mas deixastes um "nada" tão cheio de tudo! curioso... Afixado por: F. em setembro 13, 2005 11:13 PMSempre que leio textos acerca da temática do vazio ocorre-me sempre o mesmo pensamento: como é que o vazio pode, ainda assim, gerar palavras?... Sendo que a palavra é algo 'cheio' de um significado. Paradoxal, n é? Faz-nos pensar que o sentimento do nada nunca é verdadeiramente real. há sempre um ponto de partida. nenhuma poesia é vã... Que saudades menina!!! E que lindo recomeçar...gostei muito!! Keep it up :) Beijo grande, Kacau Afixado por: Kacau em setembro 14, 2005 12:17 AMserá vã? Afixado por: Persephone em setembro 14, 2005 12:37 AMo teu nada encheu-me, o teu branco ofuscou-me.saudades de te ler morgaine...beijo Afixado por: hirondelle em setembro 14, 2005 04:33 AMPrimeiro, kero agradecer os comentários no meu blog, segundo dizer-te mais uma vez que gosto muito do que escreves, e terceiro, espero que continues a fazê-lo.bjs Afixado por: sara em setembro 14, 2005 11:42 AMEsse nada pode ser uma espécie de entrada num epécie de estado "zen" no qual tudo é vão: até a poesia. Só que esse estado é em si poesia, aliás porque é um estado descrito por uma poeta: por ti. poetisa! desculpa Afixado por: André em setembro 14, 2005 12:21 PMSó eu nunca me sinto assim vazia. Se me desse para escrever coisas bonitas assim..... Afixado por: Ofeliazinha em setembro 14, 2005 01:33 PMconheço esse vazio. Afixado por: lyra em setembro 14, 2005 09:37 PMcompreendo.te Afixado por: Shadow em setembro 14, 2005 10:32 PMSaudações! Gostava de convidar-te a visitar a página da banda WinterMoon em http://wintermoon.pt.vu . É uma banda de doom metal melódico, de Almada. Espero que gostes. Se quiseres deixar alguma crítica, também temos blog em http://wintermoondiary.cjb.net "ou um nada branco a atravessar-te a retina" foram palavras suas, depois de dizer que a poesia era vã. E... E... Não. Não posso ficar sem palavras agora. Bom... eu li certa vez em um Mario Quintana, o nome do livro era, "A Cor do Invisível". Na aba do mesmo constavam uns versos marcados, que assim diziam: "O poema é uma garrafa de naufrágo jodada ao mar. Quem a encontra salva-se a si mesmo" Eu concordo com ele, e posso dizer-lhe que ao vir hoje em seu blog, encontrei a garrafa jogada ao mar, ao mar de lágrimas que me afogava por dentro... E encontrada a solução nessa garrafa de naufrágo que foi o teu poema, posso dizer que ele não foi vão, ao menos a mim. Obrigado. Voltarei vezes mais, vezes que não carecem definir por estar em mente e coração que ouvirei os mais diversos gritos do silêncio. E acordarei. Acordarei diante de todos os seus pedidos de socorro. É isso. Abraços do Sem Asas, Seth. Afixado por: Seth em setembro 15, 2005 06:48 PMQuerida Sílvia Oiiiiiiiiiiii Sil, saudades de ti, das tuas palavras. És um ser transbordante - do nada e também do tudo, quando escreves, querida. Qtas vezes perguntamos onde deixamos os fiapos da existência? Sentimo-nos ocos, subtraidos na essência, perdidos na busca da porta que não se abre? É... mas sempre há uma nesga de liberdade e preenchimento e qdo chegam, voamos a seguir o vôo dos pássaros, livres, leves e soltos. Um beijo grande e saudoso. Afixado por: anne em setembro 16, 2005 03:05 PM |