novembro 17, 2004Sonhos sem sonhadorSempre pensaste que te dediquei poemas aqui está um para ti. Parto a vida em redor de mim! Eu só quero ser eu. Eu nunca quis ser poeta, Eu nem sequer quero ouvir Não vês que vivo nelas? Não quero aplausos. Não quero nem quis Porque não posso ser outra Por isso não me digas Eu serei sempre opostos, extremos, Sabes isso? Eu também não. Comentários
Fantástico :) Afixado por: xc em novembro 17, 2004 01:43 AMUm excelente texto... Beijo grande! Afixado por: Sandro em novembro 17, 2004 09:34 AMQue vejam , que leiam o que é real.Fiquei com os meus olhos "roucos" de ler e reler.... beijos Afixado por: contador de histórias em novembro 17, 2004 10:29 AMHá palavras que têm o condão de nos deixar surdos...estas até cegas me deixaram! Sempre que escreves, há sempre alguém que sente. Beijo sentido Afixado por: Ninagasol em novembro 17, 2004 12:51 PM"Se não me podem amar não Perfeito arrepiada Beijo te Rose* Afixado por: Black Rose em novembro 17, 2004 01:55 PMSerás sempre tu, com essa forma "perdida" de nos contares todos os "pontos" que te fazem, com esses opostos todos em cada verso, engraçada a descrição que fazes de ti... Engraçado como, às vezes, nos podemos encontrar nos pontos perdidos dos outros...
Sei que escreves divinamente, Sílvia. querer totalitário. Afixado por: madness em novembro 17, 2004 06:49 PMEmbora não queiras, eis o meu aplauso, pelo lindo poema. Só o tema me entristece porque gostaria que os outros fossem sempre felizes e não se abandonassem a si mesmos. Afixado por: pedra em novembro 18, 2004 09:23 AMOi Linda, as palavras servem para isso, adoro as palavras, estão todas aí para nos satisfazer. Um belo desabafo. A princípio compreendia-te, mas não te sentia... Bonito texto, porque de certa dorma, li-te! Afixado por: Paula em novembro 18, 2004 05:04 PMposso tocar(te)? :)) Afixado por: Ardente_Mente em novembro 18, 2004 06:38 PMSubscrevo as palavras de Paula...Beijinho Afixado por: lacshimi em novembro 18, 2004 07:10 PMEscrever ajuda a seguir um caminho no labirinto. E sim, partilho : não quero que me compreendam, quero só que me gostem, com tudo..... e nao podemos aprendar a amar os opostos?os extremos?Nao podemos juntar as pontas?Nao podemos sonhar juntos? Ajeito-me na cadeira e demoro-me largos minutos nas tuas palavras, toco-lhes como se se tratassem de pontos estratégicos, toco-lhes como se a chave do poema fosse comparável a um ponto G. Mas comparável é apenas a sensação eléctrica de estremecimento brutal, é apenas a sensação de convulsão e de posterior apaziguamento. Nem sempre te consigo tocar porque nem sempre estou disposta a estremecer e a sentir no meu corpo o arrefecer da pele e a consequente sensação de pele de galinha. A verdade é que me demoro muito em cada palavra, a verdade é que as sorvo com uma sofreguidão imensa, como se o estranho líquido fosse o veneno doce do apodrecimento da alma. Como se as tuas palavras fossem o texto que se lê na folha de uma autópsia, uma radiografia autêntica do eu crú que mortos (alguns vivos) somos... Um beijinho Pequenina, Afixado por: Catarina em novembro 19, 2004 01:21 AMQueres tanto... Afixado por: meninaperdida em novembro 19, 2004 06:12 PMNão vês que vivo nelas? .... Se não me podem amar não -Sim eu 'não quero que me digam "entendo-te". o que penso para mim todos os dias.. * Afixado por: louka de plantão em novembro 20, 2004 06:32 PMEste poema, feito ao correr da pena, lê-se, relê-se, o olhar vai ficando turvo e toma-se a consciência que "MESMO DIFERENTES, SOMOS TODOS IGUAIS". Por vezes servimo-nos da mesma coisa para fins completamente diferentes. Um martelo tanto pode servir para pregar como para retirar um prego, tanto pode servir para construir como para destruir. Assim é também a escrita. Quando à nossa volta prolifera a mediocridade temos tendência a esquecermo-nos da nossa própria genialidade, quando toda a equipa joga mal para quê jogar bem, mesmo que o saibamos, mesmo que isso seja um dado adquirido. Que se lixe! Basta sentir, basta servirmo-nos das palavras e exprimir tudo o que nos vai na alma, não importa se com arte, com engenho, com inteligência, com pertinácia ou com o que quer que seja, que enriqueça e valorize um pouco mais a nossa escrita? Não acho. Mas então como escrever bem, como saber que se está a escrever bem, qual o segredo, qual o propósito dessa ambição? Isso é relativo. Cada um sabe de si. Mas quando somos rodeados de lambe botas, de lambe cus, de xiripitis ignorantes, que mais não fazem do que lamber-nos as botas e os cus, que na maior parte das vezes só nos encandeiam com a sua falsa luz em vez de nos iluminarem o caminho, então cada vez se torna mais difícil essa tarefa, que é escrever com qualidade, sem lamechice, sem auto-comiseração desmesurada ou sem outra intenção senão gritar, gritar, gritar, sentir, sentir, sentir, sentir, sentir, gritar, gritar!... A ser assim, grandes poetisas, grandes escritoras passaram então pelo atelier do Tomás Taveira, não achas, Sílvia. Se conhecesses alguns dos críticos que eu conheço, se converssasses com eles uma só noite, o mais certo seria ires para a cama cheia de dúvidas em relação a ti mesma e ao valor da tua escrita, mas depois de uma noite em claro, imaginando mil e uma torturas aos que aviltaram contra ti e contra a tua arte, acabarias por perceber que, afinal, eles até são capazes de ter razão e que a nossa arte é um filho de quem nós não admitimos que digam mal, mesmo sabendo que ele é uma peste do caralho! A gente só aprende à cabeçada, Sílvia, só à cabeçada. Pimba! Pimba!... Apelo ao teu desportivismo. Já te disse que o talento mora em ti, não disse? Penso que já disse tudo. O resto é contigo. Afixado por: joZef vengoZ em novembro 24, 2004 05:00 PMeu quero, eu sou. eu quero não querer ser o que já sou, isto que sou não sendo. Afixado por: monstro em novembro 25, 2004 07:18 PM7652 http://www.dish-network-w.com 8107 right spot ruffus Afixado por: hoodia gordonii em fevereiro 4, 2005 01:53 AM4272 Very nice site. Well done Afixado por: cash advance em fevereiro 15, 2005 08:53 AM18 Nice site here Afixado por: debt consolidation em fevereiro 18, 2005 06:22 PM |