junho 14, 2004FomeTenho fome, amor. Inclinas-te sobre mim, Mentes as mentiras que quero ouvir, amor. Quero engolir-te, renovar-te em mim. Passeias as tuas mãos nas minhas curvas e Não te venhas, imploro-te... Foi no teu colo que aprendi a sonhar... Vens-te em mim, Sonha. Sonha com o nunca. Sonha. Com a perfeição. Comentários
Wow... repito: Wow... Sem possível comentário; um dos poemas mais lindos lido por mim. Afixado por: downthesun em junho 15, 2004 02:00 AMProcurei uma palavra, um adjectivo, só um que caracterizasse este poema. BONITO. Afixado por: João Norte em junho 15, 2004 11:16 AMfiquei entesado. a poesia tem destas coisas. Afixado por: fernando esteves pinto em junho 15, 2004 02:04 PMsem dúvida..;) ** Afixado por: lacshimi em junho 15, 2004 02:57 PMainda bem que voltaste. muitas vezes vim aqui em vão. hoje. não. amanhã. que seja sempre. abraço. Sabes, Sílvia... gostava de te ouvir a declamar estas tuas palavras. Aliás, imagino a voz e a expressão "delas". Gostei do poema. Deverias ler o Love Book da Lenore Kendel, gráfica qb. («O meu amante balança o sexo, como um beija-flor. Equilibrado na delicada orla. Que prazer ser uma planta de mel e abrir-me.» Cito de memória, ñ me lembro onde partem os versos.) Afixado por: KLATUU em junho 22, 2004 06:08 PMSó discordo de 1 conceito: «união sagrada». Nada vejo de sagrado no sexo, felizmente é profundamente profano... por isso é comum aos homens e às bestas. Do amor dos anjos é inútil falar. Afixado por: KLATUU em junho 22, 2004 06:16 PM |