abril 06, 2004Dá-teDás-me o teu sangue quando anseio água. Arrancas a tua pele para me cobrires. Gemes quando te espremo as feridas, Soluças a minha ausência, Que fazes depois? Grita-me. Quero ouvir... Quero ouvir o grito que irrompe Dizes com sorrisos amplos Entras dentro do relógio, Bebo de ti para em seguida Dás-me do teu sangue quando anseio água. Dá-te...
Comentários
Fairy, que poema bonito! A força da tua expressão é fantástica, atinge a minha alma. Um beijo e boa páscoa. Afixado por: Anne em abril 6, 2004 07:54 PMpoema da sede de amar. de resto a anne disse tudo. Afixado por: abstracto em abril 6, 2004 08:15 PMA tua escrita é absolutamente inebriante. Estou agora a começar a conhecê-la. Mas estou a entrar nela de forma muito empenhada. :)*** Afixado por: Sandra em abril 6, 2004 09:13 PM"Revejo as tuas longas e esbeltas pernas
parece uma história. mas sem história. apenas presença de sombras. de desejos. de saudade. continua. :) Afixado por: João em abril 6, 2004 09:51 PMsangue? já a fonte secou há tanto ao jugo de mãos como essas, que agora apertam numa pose de guilhotina os próprios dedos Afixado por: pedro moura em abril 6, 2004 11:19 PMLeio uma e outra vez. Não sou capaz de comentar. Ultapassa-me. Afixado por: João Norte em abril 7, 2004 05:16 PMcheio de acção e intensidade. sujo de voracidade e insaciedade. enfim.. mesmo bom! bjs Afixado por: PEdro em abril 7, 2004 06:37 PMBonito:-) Afixado por: wind em abril 9, 2004 09:27 PM |