março 22, 2004o mar brancoO papel na tua mão. A caneta presa nos teus cabelos O papel junto das minhas narinas, E já tão pouco nosso. E o mar é sempre azul. Mas naquela manhã tu disseste que o mar era todo branco Embora também tenhamos sido míudos O mar era azul e tu reeinventaste-o em ti...
Comentários
O mar é azul e salgado:))))) Acredita;) Afixado por: wind em março 22, 2004 06:29 PMseremos duplos de nós mesmos? Afixado por: fernando esteves pinto em março 22, 2004 08:35 PMTal como todos e todas que fazem criação ao mais alto nível, podes inventar a cor dos mares. Brancos, qd explodem em rebentações, azuis, amarelos. Tu pintas o mar e as nossas emoções, com as tuas ousadias. ola, não sei se vais conseguir ler, mas não resisto em comemtar este poema. Demonstra um sentimento nostalgico, saudade, talvez por já não seres criança e por isso não poderes extroverter as fantasias que tens que qdo somos pequenos e nos ficam bem, mas qdo somos maiores, não. Só o amor da pessoa amada se consegue superar essa imposição social, dito por ela e com ela, para ti tudo é possivel e fiavel e o objecto é idealizado para a pureza, termina com as utopias e determina o absoluto, a perfeição, a realização pessoal além da realidade. |